Esta é a minha cidade: Santiago. Bela. Serena. Poética. Uma visão central de minha querida cidade, registrada do bairro Carlos Humberto. Em destaque, no meio da foto, o edifício Don Nilton, no calçadão da cidade. As nuves no céu carregado denunciam: era um dia muuuuito frio.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
Do arquivo: visão de um santiaguense lembrando da Santiago de sua infância...

Fiz essa foto no ano de 2002, quando o escritor Adelmo Simas Genro esteve visitando Santiago para lançar um livro. Estava cruzando pelo calçadão e o vi, ao lado das professoras Enadir Vielmo e Dirce Brum. Vi que seus olhos não enxergavam a mesma paisagem que os demais. Afinal, há décadas atrás nada do que hoje é o calçadão existia. Notei que ele encontrava-se numa viagem no tempo. Logo, imaginei que estivesse relembrando os tempos de moço quando aqui viveu. E, assim, corri para pegar uma câmera e retornar a fim de eternizar aquela imagem, de Adelmo e suas reminiscências...
O que dizer de Adelmo Simas Genro? Pai do ilustre Tarso Genro, um dos maiores líderes políticos desse país. Como advogado, Adelmo era representante e patrono da justiça. Escritor, autor de vários livros. Político, foi vereador e vice-prefeito pelo PTB. Historiador, foi a memória viva de uma época onde as leis eram mais justas, os escritores eram mais engajados e os políticos eram mais idealistas. Além de tantos predicados, veja só, Adelmo Simas Genro era santiaguense. E isso era algo digno de destacar em seu currículo. Genro amava Santiago e fazia questão de, vez por outra, lançar os seus livros por aqui.. O histórico Adelmo Simas Genro, que tanto lutou pela justiça, igualdade e pela cultura, faleceu um ano depois, em 2003, justamente numa data história para o Brasil, 07 de setembro, Dia da Independência do Brasil.
Uma visão da rua da minha casa

Essa é uma visão parcial da rua Carovi, no bairro Itu. É a rua onde nasci, me criei, brinquei de taco, joguei bola, bolita, caí dentro de valetas, estourei bombinhas, subi em árvores e uma vez até me escalavrei caindo do lombo de um cavalo. Quando era criança, era a rua onde eu embarrava meus calçados para poder chegar ao colégio Sílvio Aquino, distante duas quadras de onde eu morava. (Anos depois, veio o calçamento). Essa rua me viu crescer e meu viu namorar. Nessa rua onde ainda moro, já moraram o Paulo Bandeira, grande locutor da rádio Santiago, a Vivian Dias, Julio Prates e Eliziane Mello. Na extensão dessa mesma rua, morou o meu grande amigo Valber e próximo dela, na rua também mora o Sidnei Garcia, outro irmão. Nessa rua, ainda vizinho com meu amigo de muitos anos, o Josimar de Souza, o Francisco Rosso Diello, o Sérgio Chiarello, sua esposa a Bete e seus filhos Vinícius e Liliane; meus queridos padrinhos Angélica e Marino, além de seus filhos Mariane, Caroline e meu amigão Marcus Vinícius. Sem falar na dona Juracy, no Marcos Cantoni, no Mário Diello e Luíza Rosso, Marília, Lúcia, o André e a Deise, a Maristela e muitos outros amigos.
Uma visão do monumento ao expedicionário

Depois de ter passado vários meses sem postar nada nesse blog, sinto a necessidade de retomar o trabalho fotográfico em função de vários e-mails de santiaguenses espalhados pelo mundo afora. Tudo bem, eu confesso que o fato de eu ter esquecido de minha senha para acessar novamente este blog influenciou um pouco, mas vamos lá. Esse monumento aí foi erigido em homenagem aos expedicionários brasileiros (pracinhas) e está localizado na praça Franklin Frota, mais conhecida como Praça do QG. O desenho é de Oracy Dornelles. Atualmente, nessa praça (onde eu costumava namorar e tomar sorvete) foi criada uma rampa de skate. Só não vou postar a imagem da rampa aqui para não desfazer a imagem nostálgica que muita gente tem da referida praça.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Uma visão de fé...
sábado, 10 de novembro de 2007
Uma visão da Getúlio Vargas
Uma outra visão da Rua dos Poetas
Uma visão da "Casinha do Papai Noel"...
Uma visão do QG
Esse aí o monumento feito em homanagem aos expedicionários brasileiros, que lutaram na II Guerra Mundial. Trata-se de uma estilização em latão, feita pelo artista Oracy Dornelles. Ao fundo, o QG (Quartel General) da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada. O monumento é localizado na praça Franklin Frota, no centro da cidade.
Uma outra visão do Don Nilton...
Assinar:
Postagens (Atom)
