Localizado no cruzamento entre as avenidas Getúlio Vargas e Bento Gonçalves, o edifício Picoli, esse verdão aí da foto, foi a primeira grande edificação que foi construída em nossa cidade de Santiago. Não sei precisar a idade do prédio (prometo que vou perguntar para o Barbela, Oracy ou o dr. Valdir e trazer a informação). Mas o prédio faz parte da nossa paisagem urbana. São cinco andares e vinte apartamentos. Próximo dele, diagonal, está localizado o Posto do Macarrão. outro local tradicional de nossa cidade. Abaixo, o Hotel Mantovani e outros estabelecimentos. Em frente, um prédio de clínicas e escritores de advocacia.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Uma visão do silo da Cooperativa
Esta é uma visão parcial dos silos da Cooperativa Regional Tritícola Santiaguense, observado através de uma cerca no final da rua Ilha da Fontoura, no bairro Belizário de Souza (note a formiguinha cruzando pelo arame). É neste local, onde existem vários outros silos, que é depositada toda a safra dos associados da Tritícola para secar, ensacar ou carregar e ser comercializada. Os enormes silos são considerados históricos para Santiago e, nos idos dos anos 70, sediaram uma feira municipal (uma ExpoSantiago daquela época) e que teve até a participação do cantor Roberto Carlos. É uma brasa, mora.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Uma visão da Travessa Jaime Pinto
Essa é a famosa Travessa Jaime Pinto, no centro de Santiago, cuja denominação homenageia a memória do fundador da honrosa Rádio Santiago, localizada no cruzamento da referida rua com a Benjamin Constant. A Travessa Jaime Pinto é interligada ainda com a avenida Getúlio Vargas, sendo uma via de mão única. Na foto, em primeiro plano, aparece o prédio da emissora da comunidade (a Rádio Santiago) e, em frente o edifício Centenário. Note o 100 T, no topo do prédio que se tratava de uma homenagem pessoal do proprietário aos 100 anos do município (isso lá em 1984). Na Travessa Jaime Pinto existe ainda o mais que tradicional escritório de Contabilidade Saldanha (fundado por seu Jader Saldanha e atualmente coordenado pelo também músico Júlio Saldanha). Na esquina do prédio 100 T, há o escritório de advocacia Gomes & Rosa (de Eduardo Gomes e Ricardo Rosa, respectivamente filhos do ex-prefeito Toninho e do médico Lino da Rosa). Na Travessa Jaime Pinto existe ainda o acesso ao Salão Paroquial da Igreja Matriz e a saída da galeria Thomas Fortes, que interliga com a Rua dos Poetas.
Lá, mais acima, há a Fox Videolocadora e um gamerama. Na data desta postagem, janeiro de 2009, residem moradores célebres nessa rua como o dr. Pinheiro Souza de Medeiros e sua esposa Castorina, o José Pacheco, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais e várias outras famílias. Seja na esquina da Rádio Santiago ou na do prédio em frente, é possível de ver figuras célebres da Rádio Santiago, como o Jones Diniz, Paulo Pinheiro, Sílvio de Paula, Marco Antônio Nunes, o Juliano Nascimento tomando um ar antes de cumprirem suas funções radiofônicas ou entre um intervalo e outro da programação.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Uma visão (antes e depois) da Rua dos Poetas
Eis aí três imagens que refletem dois momentos da avenida Venâncio Aires, no centro de Santiago. A primeira quando a referida rua levava somente esta denominação. A outras duas já adentram num outro momento, após a criação e inauguração da Rua dos Poetas, que já concentra um bom número de lojas comerciais. A Rua dos Poetas é um projeto que tem o propósito de criar uma identidade cultural para Santiago, resgatando a memória de célebres escritores e artistas como Caio Fernando Abreu, Aureliano Pinto, Arno Gieseler, Jaime Pinto e outros. Na Rua dos Poetas os santiaguenses dispõe de um shopping center (o Ilha Bella), três restaurantes, lancherias, lojas de calçados, roupas, eletrodomésticos, livraria, lan house, loja de informática, estúdio de fotografia, 4 farmácias, lojas de brinquedos, presentes, escritórios de advocacia, dentistas, loja de bebês, material de beleza e muito mais. Pelo menos, até essa postagem...
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Uma visão do Hotel e lancheria Ponche Verde

Se você não conhece ou nunca ouviu falar do Hotel e Lancheria Ponche Verde, então não conhece Santiago. Fica bem no coração de Santiago, na primeira quadra do calçadão, em frente a loja Colombo e do lado do edifício Don Nilton. Mas se, em tempos de McDonalds, o Ponche Verde tem esse ar retrô, outrora era o point da cidade, onde a juventude se reunia para tomar um refrigerante e comer qualquer coisa enquanto esperava as sessões do Cine Imperial iniciarem. Isso lá pelos idos de 1970 e pedra. O Cine Imperial funcionava justamente no prédio da Colombo, que fica em frente. Se o Ponche Verde tem um cliente mais do que fiel, esse se chama Oracy Dornelles. Por volta de meio-dia e trinta é facílimo de encontrar o famoso escritor santiaguense neste estabelecimento, saboreando uma Pepsi Cola e, às vezes, comendo um pastel.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Uma visão de....Santiago
terça-feira, 13 de maio de 2008
Do arquivo: visão de um santiaguense lembrando da Santiago de sua infância...

Fiz essa foto no ano de 2002, quando o escritor Adelmo Simas Genro esteve visitando Santiago para lançar um livro. Estava cruzando pelo calçadão e o vi, ao lado das professoras Enadir Vielmo e Dirce Brum. Vi que seus olhos não enxergavam a mesma paisagem que os demais. Afinal, há décadas atrás nada do que hoje é o calçadão existia. Notei que ele encontrava-se numa viagem no tempo. Logo, imaginei que estivesse relembrando os tempos de moço quando aqui viveu. E, assim, corri para pegar uma câmera e retornar a fim de eternizar aquela imagem, de Adelmo e suas reminiscências...
O que dizer de Adelmo Simas Genro? Pai do ilustre Tarso Genro, um dos maiores líderes políticos desse país. Como advogado, Adelmo era representante e patrono da justiça. Escritor, autor de vários livros. Político, foi vereador e vice-prefeito pelo PTB. Historiador, foi a memória viva de uma época onde as leis eram mais justas, os escritores eram mais engajados e os políticos eram mais idealistas. Além de tantos predicados, veja só, Adelmo Simas Genro era santiaguense. E isso era algo digno de destacar em seu currículo. Genro amava Santiago e fazia questão de, vez por outra, lançar os seus livros por aqui.. O histórico Adelmo Simas Genro, que tanto lutou pela justiça, igualdade e pela cultura, faleceu um ano depois, em 2003, justamente numa data história para o Brasil, 07 de setembro, Dia da Independência do Brasil.
Uma visão da rua da minha casa

Essa é uma visão parcial da rua Carovi, no bairro Itu. É a rua onde nasci, me criei, brinquei de taco, joguei bola, bolita, caí dentro de valetas, estourei bombinhas, subi em árvores e uma vez até me escalavrei caindo do lombo de um cavalo. Quando era criança, era a rua onde eu embarrava meus calçados para poder chegar ao colégio Sílvio Aquino, distante duas quadras de onde eu morava. (Anos depois, veio o calçamento). Essa rua me viu crescer e meu viu namorar. Nessa rua onde ainda moro, já moraram o Paulo Bandeira, grande locutor da rádio Santiago, a Vivian Dias, Julio Prates e Eliziane Mello. Na extensão dessa mesma rua, morou o meu grande amigo Valber e próximo dela, na rua também mora o Sidnei Garcia, outro irmão. Nessa rua, ainda vizinho com meu amigo de muitos anos, o Josimar de Souza, o Francisco Rosso Diello, o Sérgio Chiarello, sua esposa a Bete e seus filhos Vinícius e Liliane; meus queridos padrinhos Angélica e Marino, além de seus filhos Mariane, Caroline e meu amigão Marcus Vinícius. Sem falar na dona Juracy, no Marcos Cantoni, no Mário Diello e Luíza Rosso, Marília, Lúcia, o André e a Deise, a Maristela e muitos outros amigos.
Uma visão do monumento ao expedicionário

Depois de ter passado vários meses sem postar nada nesse blog, sinto a necessidade de retomar o trabalho fotográfico em função de vários e-mails de santiaguenses espalhados pelo mundo afora. Tudo bem, eu confesso que o fato de eu ter esquecido de minha senha para acessar novamente este blog influenciou um pouco, mas vamos lá. Esse monumento aí foi erigido em homenagem aos expedicionários brasileiros (pracinhas) e está localizado na praça Franklin Frota, mais conhecida como Praça do QG. O desenho é de Oracy Dornelles. Atualmente, nessa praça (onde eu costumava namorar e tomar sorvete) foi criada uma rampa de skate. Só não vou postar a imagem da rampa aqui para não desfazer a imagem nostálgica que muita gente tem da referida praça.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Uma visão de fé...
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